Le Mans 16 17

 

“Se há uma coisa que permanece imutável no Automobilismo, é que nada permanece imutável.
Os carros são constantemente destruídos e reconstruídos.
Novas ideias são implementadas, outras abandonadas.
Pilotos e Equipas aparecem e desaparecem.
Calibrar a máquina é uma busca infindável, uma procura contínua pela configuração ideal.
Conduzir um carro de corrida é mais que uma ciência, é uma arte.”

O competição automóvel é mais do que atingir a perfeição mecânica e a excelência na pilotagem, é um misto de “tudo e mais alguma coisa” que se possa imaginar e por fim ainda existe o factor sorte.

Tudo isto ficou nitidamente provado no final das 24 Horas de Le Mans 2016. Onde tudo se dava por vencido, o Toyota TS50 número 5 entrava nos últimos 5 minutos de corrida com o Porsche 919 a mais de 2 minutos atrás quando à entrada da famosa recta das Hunaudières, Kazuki Nakajima comunica com a equipa “I have no Power”. Instalou-se o caos e a reviravolta mal havia começado.

Problemas na unidade híbrida faziam com que o Toyota TS50 se arrasta-se com dificuldade e facilmente foi alcançado pelo Porsche. Perdendo uma corrida que liderou praticamente de fio-a-pavio nos últimos 5 minutos com um golpe duro de se digerir.

Não me vou alongar muito nas palavras, pois a foto fala por si quanto à desolação sentida pela equipa!

“Foi a Toyota que Perdeu a Corrida e não a Porsche que a Ganhou!!!”

 

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